“Esse software consegue fazer a análise do movimento em si. Ângulo articular, aceleração, todas as variáveis que envolvem o movimento”, declarou a pesquisadora Letícia Paes.
O objetivo da pesquisa é entender o comportamento motor das crianças com Transtorno do Espectro Autista. A intenção é descobrir se a padrões específicos dessas pessoas. Com isso, melhorar o tratamento fisioterapêutico de todas elas.
50 crianças já foram avaliadas pelo laboratório de análises do movimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), metade com autismo e a outra sem para fazer a comparação. Todos recebem um relatório, os resultados vão se tornar a tese de mestrado da pesquisadora.
“Lá na frente, a gente pode ter, talvez, a variável específica do movimento, que seja quantitativa, que possa ajudar a distinguir ela de outras crianças. Então, mais para frente pode ser uma ferramenta que auxilie no diagnóstico precoce”, completou Letícia Paes.




