Associação Cajazeirense de Imprensa repudia agressão a radialista; veja nota
9 jul 2024 - Paraíba
Associação Cajazeirense de Imprensa — Foto: Divulgação
A Associação Cajazeirense de Imprensa (ACI) manifestou solidariedade ao radialista e diretor da Difusora Rádio Cajazeiras, Welderi Rodrigues, vítima de agressão moral pelo ex-deputado Jeová Campos e pelo procurador jurídico da Assembleia Legislativa do Estado. Em nota, a ACI classificou a atitude como “covarde” e destacou a necessidade de respeito e convivência pacífica.
Em Cajazeiras, a imprensa tem enfrentado desafios alarmantes, sendo cobiçada e pressionada por alguns agentes políticos, causando um desgaste significativo aos profissionais que desejam apenas exercer sua profissão com dignidade.
A ACI criticou a atitude dos políticos, ressaltando que preferiram acusar um simples funcionário em vez de direcionar suas críticas à direção maior da emissora. “É injustificável e intolerável sob todos os aspectos que tenhamos de conviver e enfrentar situações lamentáveis na terra que ensinou a Paraíba a fazer rádio”, afirmou a associação em nota.
Veja nota:
É preocupante a forma como a imprensa de Cajazeiras tem sido cobiçada, usada e pressionada, por alguns agentes políticos, causando um desgaste sem tamanho a companheiros, que só querem exercer sua profissão. A Associação Cajazeirense de Imprensa – ACI, vem por meio desta prestar solidariedade ao radialista e diretor da Difusora Rádio Cajazeiras Welderi Rodrigues, pela agressão moral praticada que se constitui numa atitude covarde do ex-deputado Jeová Campos e procurador Jurídico da Assembleia Legislativa do Estado, que prefere
acusar um simples funcionário, do que direcionar a direção maior da emissora. É injustificável e intolerável sob todos os aspectos que tenhamos de conviver e enfrentar situações lamentáveis na terra que ensinou a Paraíba a fazer rádio. Não podemos baixar a cabeça e deixar que os que se acham poderosos, nos usem, abusem e só prestamos se seguir suas estratégias, suas artimanhas, suas atitudes arbitrárias para alcançar espaços e poder. Nós somos maiores que ele e fazemos mais do que eles. “Somos fortes, e nunca jamais haveremos de nos render, a
pressão, a arrogância, a intolerância, a prepotência, afinal, poder maior é o de Deus”.
A agressão ou ameaça nunca pode ser justificada, ou apoiada em qualquer circunstância. É fundamental que qualquer pessoa, incluindo homens públicos, respeite os princípios de convivência pacífica e diálogo. Ações de violência apenas contribuem para a deterioração do ambiente social e político, e não ajudam a resolver os problemas ou promover mudanças positivas. Em vez disso, é importante promover
a solidariedade e buscar soluções pacíficas e construtivas para os desafios que enfrentamos como sociedade.
José Francialdo Pires de Assis
Presidente ACI
O POVO PB
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