Caso Júlia: entenda contradições que levaram padrasto a ser preso por morte de adolescente, em João Pessoa
12 abr 2022 - Paraíba
Júlia dos Anjos tinha 12 anos e teria sido morta pelo padrasto, em João Pessoa — Foto: Arquivo pessoal
Foi preso na manhã desta terça-feira (12) Francisco Lopes, o padrasto da adolescente Júlia dos Anjos, de 12 anos, que sumiu na última quinta-feira (7), em João Pessoa, após ter confessado que matou a menina. O delegado Rodolfo Santa Cruz relatou ao G1 que contradições nos depoimentos do suspeito levaram a Polícia Civil a obter a confissão.
A Polícia Civil encontrou um corpo em um reservatório de água, na região da Praia do Sol, no bairro de Gramame, no mesmo local onde o suspeito indicou e próximo à casa da família. O corpo foi retirado do local na tarde desta terça-feira (12) e deve passar por exames para confirmar a identidade.
Conforme Rodolfo Santa Cruz, a primeira contradição que levou a polícia a desconfiar de Francisco foi ele ter dito, em depoimento, que ao sair para trabalhar, trancou a porta e jogou a chave para dentro de casa, pela janela. Depois, segundo o suspeito, a menina teria feito a mesma coisa. Porém, segundo o delegado, a chave dificilmente cairia exatamente no mesmo lugar ao ser arremessada da janela.
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