Homem é preso suspeito de manter mulher em cárcere privado e agredi-la com barras de ferro em Igaracy, na Paraíba
13 set 2024 - Paraíba
DENUNCIE QUALQUER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!
Um homem de 23 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (12), suspeito de manter uma mulher em cárcere privado e de agredi-la com barras de ferro no município de Igaracy, no Sertão da Paraíba. A prisão ocorreu após a Polícia Civil cumprir um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
As investigações foram iniciadas a partir de uma denúncia feita pelo Disque-Denúncia 197, que informava que a mulher, de 32 anos, estava sendo agredida de forma recorrente pelo parceiro, com quem mantinha um relacionamento amoroso há oito meses. Testemunhas confirmaram que a vítima era vista com cada vez menos frequência em público, o que levantou suspeitas.
Na manhã de quinta-feira (12), a Polícia Civil, através da Delegacia de Coremas, cumpriu um mandado de busca e apreensão no endereço do suspeito. A vítima foi encontrada sozinha na residência, apresentando várias marcas de lesão e hematomas resultantes de agressões com barras de ferro, que teriam ocorrido cerca de uma semana antes. Ela foi retirada do local e encaminhada à rede de apoio e assistência social.
Com base no depoimento da mulher e nas provas coletadas, a polícia solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pelo Núcleo Plantonista de Patos, através da 1ª Vara Mista de Piancó. O homem foi detido e submetido ao exame de corpo de delito. Ele agora aguarda audiência de custódia.
Como denunciar violência contra a mulher
Denúncias de violência doméstica podem ser feitas pelos seguintes canais:
- Emergência 190: Atendimento imediato e gratuito da Polícia Militar, disponível 24 horas.
- Central de Atendimento à Mulher 180: Serviço do governo federal que recebe denúncias e orienta sobre os direitos das mulheres.
- Disque Denúncia 197: Serviço da Polícia Civil da Paraíba.
Além disso, o aplicativo SOS Mulher PB está disponível para denúncias e envio de informações diretamente ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.
O POVO PB
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