Personal trainer é agredida por motociclista na Avenida Beira Rio, em João Pessoa
2 dez 2024 - Paraíba
Personal trainer é agredida por motociclista na Avenida Beira Rio, em João Pessoa — Foto: Reprodução
A personal trainer Luana Carvalho denunciou ter sido brutalmente agredida por um motoqueiro na noite deste domingo (1), na Avenida Beira Rio, em João Pessoa. Segundo Luana, o homem a atingiu com golpes de capacete após um desentendimento no trânsito. A vítima sofreu diversas escoriações pelo corpo e precisou levar quatro pontos na cabeça.
De acordo com o relato de Luana, o episódio começou quando ela e sua companheira, Geonava Silva, voltavam para casa e, em um momento de distração, fecharam um motociclista. Após a situação ser resolvida, um segundo motoqueiro começou a perseguir o carro delas.
Quando pararam em um semáforo, o homem ultrapassou o veículo, posicionando-se muito próximo e encarando as ocupantes. Ao sinal abrir, ele freou bruscamente, provocando uma colisão. “Ele caiu, levantou enfurecido e começou a quebrar o retrovisor e chutar o para-choque do carro”, relatou a personal trainer.
Ao tentar acalmar o agressor, Luana desceu do carro, mas foi surpreendida pelos golpes de capacete. “Eu apaguei e, quando voltei, já estava no chão, ensanguentada. Ele tinha fugido”, disse.
Luana, que depende de sua profissão como personal trainer para se sustentar, afirmou estar impossibilitada de trabalhar devido aos ferimentos. “Agora estou prejudicada por alguém que não tem noção das coisas”, lamentou.
A vítima registrou um boletim de ocorrência na 10ª Delegacia Distrital, em Tambaú. Segundo o delegado Wergniaud Vaz, um inquérito foi instaurado para apurar o caso. “Solicitamos exames de agressão física e imagens de câmeras de segurança da região. Vamos identificar o agressor, mesmo que ele tenha tentado esconder a placa da moto”, garantiu.
O homem, ao ser identificado, será intimado e poderá responder pelo crime de lesão corporal grave, conforme detalhou o delegado.
Geonava Silva, que testemunhou as agressões, destacou o impacto emocional do ocorrido. “A gente nunca espera algo assim. Por um motivo tão banal, ele agiu de forma tão agressiva. Isso poderia ter sido resolvido na conversa”, afirmou.
O POVO PB
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