Região Metropolitana de João Pessoa registra série de crimes violentos com feridos e mortes
28 ago 2024 - Paraíba
Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena — Foto: Edcarlos Santana/OPovoPB
A Região Metropolitana de João Pessoa foi palco de uma série de crimes violentos na tarde desta terça-feira (27), resultando em feridos e mortes em três localidades distintas.
Em Santa Rita, um assalto a uma loja de eletrônicos e celulares deixou uma mulher baleada. O crime ocorreu quando um jovem, vestido de vermelho, entrou no estabelecimento e iniciou uma briga com um dos clientes. Segundo relato de um funcionário da loja, que preferiu não se identificar, a briga parecia ser de natureza passional ou encenada, pois o cliente não demonstrava conhecer o agressor. O suspeito então sacou uma arma e disparou, atingindo uma jovem atendente de 28 anos.
A vítima foi socorrida e levada ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde permanece em estado estável. Testemunhas afirmaram que não havia nenhum conflito anterior envolvendo a equipe da loja.
Na capital paraibana, no bairro de Mangabeira, um jovem de 23 anos, que trabalhava no Lava Jato da família, foi alvejado com seis tiros por homens em uma motocicleta. A família da vítima afirmou que o jovem não tinha envolvimento com atividades criminosas, e a polícia está investigando o caso. Ele também está internado no Hospital de Trauma.
Em Colinas do Sul, outro episódio de violência abalou a comunidade. Na noite desta terça-feira, dois irmãos foram atacados a tiros enquanto realizavam uma tarefa de manutenção em um carro. Segundo o pai das vítimas, que presenciou a ação, os suspeitos chegaram em uma moto e abriram fogo imediatamente.
João Carlos, um dos irmãos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O outro irmão foi levado ao Hospital de Trauma, onde está internado em estado grave.
Até o momento, os suspeitos dos crimes não foram localizados ou identificados. As investigações estão a cargo da Polícia Militar e da Polícia Civil, que trabalham para esclarecer os casos e capturar os responsáveis.
O POVO PB
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