O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, ‘arregaçou as mangas’ e entrou em campo na…
Assessor de Cícero Lucena preso em evento desferiu soco em major da PM e não obedeceu ordem, diz relatório da PF
2 out 2026 - Notícias
Segundo TCO da Polícia Federal, Lúcio Flávio teria resistido à abordagem e desferido um soco na direção do rosto de uma major da PM; ele assinou termo e foi liberado — Foto: Reprodução
Uma confusão durante um ato de campanha do candidato ao Governo da Paraíba Cícero Lucena (MDB) terminou com a prisão de um assessor na noite desta quinta-feira (1º), na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa.
De acordo com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) da Polícia Federal, divulgado pelo portal MaisPB, o episódio começou após uma servidora da Justiça Eleitoral, que acompanhava a fiscalização do evento, determinar o desligamento do equipamento de som de um trio elétrico.
Segundo o documento, a determinação não teria sido cumprida. Diante disso, a servidora solicitou apoio da Polícia Militar para intervir na situação e apreender o equipamento.
Durante a intervenção, o assessor da campanha de Cícero Lucena, Lúcio Flávio Centico, recebeu voz de prisão após, conforme o relato registrado no TCO, reagir à atuação dos policiais.
Ainda segundo o documento, Lúcio Flávio teria desferido um soco na direção do rosto da major Gracilane Oliveira. A oficial relatou que ele continuou resistindo à abordagem até ser contido e algemado.
O episódio ocorreu enquanto o ato de campanha seguia pela Avenida Epitácio Pessoa, em direção ao Busto de Tamandaré.
Após a prisão, Lúcio Flávio foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal, em João Pessoa.
No local, ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.
O procedimento é utilizado em ocorrências consideradas de menor potencial ofensivo e permite que o envolvido responda ao caso em liberdade, ficando a situação para posterior análise da Justiça.
A assessoria da campanha de Cícero Lucena informou anteriormente que ainda estava levantando informações sobre o episódio e que a coordenação jurídica apurava as circunstâncias da ocorrência.
O POVO PB
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