Um adolescente, identificado como Matheus Régis Nunes da Silva, de 16 anos, morreu após se…
Adolescente é estuprada e agredida após aceitar carona na volta de festa em Ingá, no Agreste da Paraíba
5 jan 2026 - Paraíba
Adolescente é estuprada e agredida após aceitar carona na volta de festa em Ingá, no Agreste da Paraíba — Foto: Polícia Militar
Uma adolescente de 15 anos foi vítima de estupro e agressões físicas na madrugada desta segunda-feira (5), no distrito de Pontina, na cidade de Ingá, Agreste da Paraíba. Dois suspeitos um jovem de 20 anos e um adolescente de 16 foram detidos pela Polícia Militar poucas horas após o crime.
De acordo com o relatório da PM, a vítima retornava de uma festa quando foi abordada pelos suspeitos, que seguiam em uma motocicleta e ofereceram carona. Por conhecer um dos indivíduos, a jovem aceitou o transporte. No entanto, durante o trajeto, os suspeitos pararam o veículo e a levaram à força para uma área de mata.
No local, a adolescente foi agredida e forçada a manter relações sexuais. Após o crime, os agressores fugiram.
O caso só chegou ao conhecimento das autoridades após a vítima dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ingá. A adolescente apresentava diversos hematomas visíveis, principalmente nos braços e no rosto.
Segundo o delegado da Polícia Civil, Jeferson Almeida, responsável pelas investigações, os relatos iniciais da vítima indicam que o abuso sexual teria sido cometido pelo maior de idade.
“O inquérito policial não descarta a participação do menor de idade. Somente os exames periciais detalhados poderão confirmar ou não o envolvimento de ambos no ato sexual”, afirmou o delegado.
Devido à gravidade dos ferimentos e ao protocolo para casos de violência sexual, a jovem foi transferida para o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande. No local, ela recebeu a medicação profilática para evitar a infecção por vírus como o HIV.
A expectativa é que a adolescente seja encaminhada ainda hoje para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande para exames complementares e acompanhamento médico e psicológico. Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.
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