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Justiça manda Setai trocar elevadores de condomínio no Altiplano após acidente que deixou mulher paraplégica
15 maio 2026 - Notícias
Justiça manda Setai trocar elevadores de condomínio no Altiplano após acidente que deixou mulher paraplégica— Foto: Reprodução
A Justiça da Paraíba determinou que a construtora GGP Construções e Incorporações Ltda substitua todos os elevadores e plataformas do Condomínio Reserve Altiplano I, no bairro do Altiplano, em João Pessoa. A decisão foi assinada nesta sexta-feira (15) pela juíza Shirley Abrantes Moreira Régis.
A medida acontece dois dias após um elevador do residencial despencar e deixar uma mulher holandesa, de 36 anos, paraplégica. Duas crianças que também estavam na cabine ficaram feridas.
Na decisão, a magistrada cita laudos técnicos que apontam falhas graves nos equipamentos, incluindo risco de novas quedas, problemas nos sistemas de segurança, travamentos frequentes e defeitos estruturais.
Segundo a juíza, existe “risco iminente” à integridade física dos moradores do condomínio, o que justificou a determinação judicial para a troca completa dos equipamentos.
A construtora terá prazo de 90 dias para realizar a substituição integral dos elevadores e plataformas, contados após a realização de uma vistoria pericial inicial.
O caso já vinha sendo discutido na Justiça desde o início do ano. Em janeiro, uma primeira decisão chegou a determinar a substituição dos elevadores do condomínio. Na época, porém, a medida acabou sendo suspensa após recurso apresentado pela construtora.
O acidente ocorrido nesta semana reacendeu a preocupação dos moradores do residencial. Conforme relatos, o elevador caiu do terceiro andar com uma mulher e duas crianças dentro da cabine. As vítimas ficaram presas no fosso e foram socorridas inicialmente por moradores do prédio, antes da chegada do Samu e do Corpo de Bombeiros.
A mulher sofreu ferimentos graves e teve confirmação de paraplegia após o acidente. As crianças tiveram escoriações leves.
Até o momento, a construtora não se pronunciou sobre a nova decisão judicial.
O POVO PB
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