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Cassação em Cabedelo provoca ‘tsunami’ político e abre caminho para nova disputa pela Prefeitura
16 dez 2025 - Paraíba / Política
Câmara de Cabedelo dá posse a prefeito interino, Edvaldo Neto, após cassação de André Coutinho — Foto: Divulgação
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) de rejeitar os embargos do prefeito afastado André Coutinho (Avante) e da vice Camila Holanda, além de determinar a posse imediata do presidente da Câmara, Edvaldo Neto (UB), redesenhou completamente o cenário político do município e abriu caminho para uma nova eleição em até 90 dias.
Edvaldo assume a Prefeitura de forma interina com uma missão estratégica: conduzir o processo eleitoral suplementar — e com a vantagem de poder disputar o pleito já sentado na cadeira de prefeito. O desafio inicial, porém, será político. Neste momento, o prefeito interino não conta com maioria na Câmara Municipal, o que pode dificultar articulações administrativas.
Adversário direto de André Coutinho, Edvaldo tem como aliado o ex-prefeito Vitor Hugo (Avante), que está inelegível e rompido politicamente com o antigo grupo governista. Caso a decisão do TRE seja mantida, André Coutinho e Vitor Hugo ficam fora da disputa, mas Camila Holanda poderá concorrer, já que a decisão cassou o mandato, mas não atingiu sua elegibilidade.
Correndo por fora, o deputado estadual Walber Virgolino (PL), segundo colocado nas eleições de 2024, já sinalizou que pretende voltar à disputa se a eleição suplementar for confirmada. Outros nomes também despontam no radar político, como o presidente da Companhia Docas, Ricardo Barbosa (PSB), e Jaqueline Viana (Podemos), esposa do ex-prefeito Leto Viana.
Com seis candidaturas na eleição passada, Cabedelo caminha para um novo pleito sem favoritos definidos, com cenário aberto e forte disputa política nos próximos meses.
O POVO PB
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